quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Conheça 10 frutas exóticas que turbinam sua saúde

Elas são ricas em antioxidantes, excelentes para pele, cérebro e sistema imunológico. Descubra novos sabores!

Pitaia
Conhecida como fruta-do-dragão, é nativa da América do Sul. Sua polpa, gelatinosa, protege a mucosa gástrica. Ela também é rica em vitaminas A e C. Mas não deve ser consumida em grande quantidade, pois as sementes - não são removíveis - têm poder laxativo. Adocicada, vai bem como suco e geleia.



Kino
Por fora, tem aspecto espinhoso. Por dentro, textura que lembra o maracujá tradicional. É rico em vitamina C, importante para o sistema imunológico, mas o ponto alto está relacionado à obesidade: por conter muita fibra, há estudos que indicam o uso para redução de apetite. O sabor é agridoce.


Cherimoia
Parecida com a fruta-do-conde, tem polpa cremosa e doce e sementes escuras, que não devem ser ingeridas. O sabor lembra uma mistura de banana, abacaxi, mamão, pêssego e morango - o tutti frutti clássico. Essa fruta encontrada em países sul-americanos fornece vitamina A e muitas fibras.



Granadilho
Fruta típica da América do Sul, equivale a um coquetel do bem: contém vitamina A; fitoquímicos, que agem na redução do colesterol; e uma quantidade significativa de fibras solúveis, importantes no controle do diabetes. Embora tenha pouca polpa, as sementes são comestíveis.



Abiu
Originária da região amazônica, ela é rica em vitamina A, cálcio e fósforo. A polpa, bem carnuda, tem sabor doce com fundo azedinho. É consumida somente in natura. Vale observar que, entre a casca e a polpa, há um látex que não deve ser ingerido. Do caroço, extrai-se um óleo com anti-inflamatório.


Longan
De origem asiática, lembra a lichia na aparência e na textura. O sabor, no entanto, é mais parecido com o do melão. O barato dessa fruta é ser rica em ferro e vitamina C, o que a torna eficaz contra a anemia. Como a vitamina C turbina a absorção do ferro pelo organismo, a longan vale por duas! Pode ser apreciada in natura e como suco.


Tamarillo
Fruta tropical nativa dos Andes, lembra um tomate, o que a faz ser conhecida também como tomate japonês ou tomate de árvore. Com sabor agridoce, pode ser consumida in natura, em sucos, geleias e até em molho chutney para carnes. É rica em vitamina A e contém fitoesteróis, poderosos no controle do colesterol.



Cambuci
Encontrada principalmente no estado de São Paulo, é pequena, com polpa bem fibrosa e poucas sementes. Como a maioria das frutas ácidas, é rica em vitaminas A e C. Versátil, pode virar sorvete, suco, geleia, doce em calda e também aromatizar bebidas alcoólicas, como licores e cachaças.


Buriti-miriti
Da sua polpa é possível fazer bebidas e mingau. É rica em vitamina A, cálcio, fósforo e ácidos graxos que combatem o envelhecimento. Fica uma delícia também em forma de sorvete, doce, creme e licor.





Camu-camu
Dentre os frutos pouco conhecidos, o camu-camu é um dos mais poderosos. Típico da Amazônia, ele tem o maior teor de vitamina C do mundo entre as frutas. Já é exportado para o Japão, entre outros países. É considerado um bom tira-gosto e isca para peixe.



Fonte: MdeMulher
Fotos: Getty Images

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Será que é integral?

E o que é um alimento realmente orgânico? Esses produtos estão cada vez mais presentes na mesa de quem busca um modo de vida saudável. Mas nem sempre o que está estampado nos rótulos pode corresponder à realidade
Eles tomaram de assalto as prateleiras dos grandes supermercados. A oferta de alimentos integrais e orgânicos aumenta a olhos vistos no Brasil. Mas, antes de colocar um desses produtos no carrinho, vale se indagar: será que é integral mesmo? E como ter certeza de que uma carne é realmente orgânica? Para começo de conversa, são considerados integrais aqueles grãos e cereais, como arroz, trigo e aveia, que não passam por um processo de refinamento. Dessa forma, como a casca e a película não são descartadas, preserva-se boa parte dos nutrientes e das fibras. "Eles agem como uma vassourinha no nosso organismo", diz a nutricionista Maria Aquimara Zambone, da Divisão de Nutrição e Dietética do Ambulatório do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em outras palavras, incluir essas opções no cardápio ajuda a reduzir os níveis de colesterol, permite controlar as taxas de açúcar no sangue e contribui para o emagrecimento.

O problema é que não há nenhum tipo de regra sobre a fabricação desses produtos no país, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. E por causa da falta de parâmetros cada empresa adota os critérios que bem entender. A Wickbold, marca líder no mercado, baseiase numa resolução já revogada pela Anvisa que, em suma, define o pão integral como aquele "preparado (...) com farinha de trigo e farinha de trigo integral ou fibra de trigo e ou farelo de trigo". Sandra Sernaglia, gerente de marketing da empresa, reconhece que a definição é meio vaga. "Utilizamos a farinha de trigo refinada, fortificada com ferro e ácido fólico e incorporamos a fibra de trigo", diz ela.

O grupo Bimbo, das marcas Pullman, Vita Plus e Nutrella, segue os preceitos da Whole Grains Council, organização que certifica por meio de um selo produtos integrais nos Estados Unidos. De acordo com suas normas, a massa do pão integral deve conter 51% de farinha... integral. A falta de regras específicas no setor é algo possível de ser resolvido. "Uma mobilização da sociedade civil pode levar às autoridades uma proposta efetiva", acredita a advogada Mariana Ferraz, do Instituto de Defesa do Consumidor, o Idec.

Para avaliar um pão integral
A dica é sempre ficar de olho no rótulo. Quanto mais fibra houver em uma porção do alimento, mais integral ele é de verdade. Exemplo: em determinadas marcas, há o equivalente a 4,8 gramas de fibra em 1 fatia e meia do pão. Já em outras versões integrais, você encontrará apenas 3,4 gramas da substância na mesma porção.
  • Pão branco 1,3g de fibra alimentar;
  • Pão integral 3,4g de fibra alimentar;
  • Pão integral feito com multigrãos 4,8g de fibra alimentar.
Fica patente qual deles ganha nesse quesito.

A diferença nutricional entre alimentos orgânicos e convencionais não é relevante. Mas atenção! Quem precisa seguir uma dieta com restrições de colesterol deve ficar atento. A quantidade de gordura das carnes orgânicas comuns, por exemplo, é idêntica.

Na Promotoria de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Rio de Janeiro há até um inquérito civil que apura esse vácuo nas normas de produção dos integrais no Brasil. "O objetivo é fazer com que o consumidor seja devidamente informado sobre a quantidade de farinha integral existente nesses alimentos", diz o promotor Pedro Rubim Borges Fortes.

Já os alimentos orgânicos são cultivados sem agrotóxicos ou fertilizantes sintéticos. "Só pelo fato de não conterem produtos químicos, eles são excelentes escolhas", diz Maria Aquimara Zambone. No caso da carne orgânica, os animais precisam ser criados em pastagens isentas de contaminantes químicos, além de receberem cuidados específicos, como tratamento homeopático. Outro exemplo são os ovos. As galinhas poedeiras precisam de um repouso mínimo de oito horas, com luzes apagadas.

A legislação para a produção desses alimentos é nova. Por isso agricultores e pecuaristas teriam até o fi nal de 2010 para se adequar às regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura. A partir de agora, janeiro de 2011, nenhum orgânico poderá ser vendido sem o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica — SisOrg. Para conseguir a certifi cação, o agricultor necessitará, entre outras coisas, preservar a qualidade do solo, da água e do ar. Transgênicos, nem pensar. A alimentação dos animais para abate também precisa ser orgânica — e eles devem ter um espaço físico mínimo para se instalarem. Há ainda o compromisso pela redução no uso da energia não renovável, sem falar na destinação responsável de resíduos.

Mas as exigências não giram em torno somente das técnicas agropecuárias. As condições dos trabalhadores são outro ponto observado. Todos os envolvidos no processo, da produção à comercialização, passando pelo transporte e pelo armazenamento, obedecem às mesmas regras. Caso contrário, o produto não recebe o selo. "Trata-se de uma garantia para o consumidor, um sinal de que a produção foi monitorada", diz o engenheiro agrônomo Marcelo Laurino, coordenador da Comissão de Produção Orgânica do Ministério da Agricultura em São Paulo. Com tantas informações em mãos, você, com certeza, fará boas compras!

O que tem de natural...
...em um sanduíche natural? Somente as folhas de alface e as rodelas de tomate que entram na sua receita. De resto, esse sanduba leva, além do pão, maionese, frios, pasta de atum ou frango, que, segundo a nutricionista Lis Proença, do Instituto do Coração de São Paulo, "podem, no máximo, ser ingredientes na versão light". Ou seja, esse sanduíche é naturalmente uma bomba de gordura e calorias.

Como  identificar um produto orgânico
Agora, o alimento só recebe esse carimbo se atender a certas regras. Além do selo de certificação, o consumidor deve ficar atento também à lista de ingredientes. A legislação estipula uma quantidade mínima de itens orgânicos, informação que deve estar no rótulo.

Do cultivo ao supermercado como identificar um produto orgânico
Tudo o que é preciso para um alimento ser classificado como orgânico

Leis Trabalhistas
O produtor deve respeitar todos os direitos trabalhistas, garantir benefícios e não explorar o trabalho infantil.

Nada de agrotóxicos
Tem de comprovar, também, que o solo está livre de agentes contaminantes, seja para o plantio, seja para pastagem.

Transporte exclusivo
Dessa forma, evita-se qualquer risco de contaminação.

Armazenamento
Nos pontos de venda, os produtos orgânicos devem ficar em prateleiras próprias e identificadas.

+ de 95%
de ingredientes orgânicos. O produto industrializado recebe o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica, o SisOrg. Ou seja, ele é orgânico.

de70 a 90%
A embalagem pode informar que o produto apenas contém ingredientes orgânicos.

até 70%
Abaixo dessa taxa, o Ministério da Agricultura não considera o produto orgânico.

Selo Orgânico
A partir de janeiro de 2011, o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica (SisOrg) é obrigatório nos produtos oferecidos como orgânicos. O Ministério da Agricultura é o responsável pela certifi cação, inclusive das empresas que poderão emitir um selo semelhante.


Fonte: Revista Saude

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Seis dicas para preparar um piquenique vegetariano

Texto: Patrícia Giuffrida (MdeMulher)
Que tal aproveitar o final de semana para fazer um piquenique light, saudável evegetariano? É uma maneira divertida de manter a dieta com sua família e amigos. Quer algumas dicas? Olha só as sugestões de Aline von Gal, nutricionista do Spa Med Sorocaba Campus, no interior paulista.

Frutas não podem faltar no piquenique. Crédito: Getty Images
  1. Saladas são sempre bem-vindas! Você pode montar um prato com alface, rúcula, tomate e cenoura ralada. Higienize as hortaliças e leve-as em recipiente com tampa. Outra sugestão é usar essa misturinha para rechear sanduíches.
  2. Quais são as melhores opções de carboidratos? Prefira pães, bolos e biscoitos integrais, que são ricos em fibras, tipo de nutriente que ajuda a manter a saciedade por mais tempo, diminuindo a fome. “Aposte também na torta de legumes. Você pode incrementá-la com proteínas vegetais, como queijo, soja ou shitake”, aconselha a especialista. Dê uma olhadinha nesta receitinha de torta de abóbora com sementes de linhaça do MdeMulher. Parece deliciosa, né!
  3. O que levar de proteína? A proposta do piquenique é ser vegetariano, por isso, invista em soja. Uma pasta feita com esse vegetal combina bem com os pãezinhos integrais. Ricota e queijos magros também estão valendo.
  4. E para a sobremesa? “Leve frutas fáceis de carregar, como banana, pera, maçã, goiaba, uvas e pêssego”, sugere Aline. Elas são pobres em calorias e ricas em vitaminas e minerais. Se optar por levar cortadas em cubinhos (ou como salada de frutas), tome cuidado para armazená-las em potinhos fechados dentro de uma caixa de isopor ou em uma bolsa térmica, para manter a temperatura fresca. Senão elas poderão se deteriorar com facilidade. Invista também nas frutas secas, como castanhas, nozes, pistache e amêndoas. Só não exagere na quantidade, pois são calóricas.
  5. Não se esqueça da hidratação, muito importante nessa época seca do ano. Leve garrafas de água mineral, água de coco, chás gelados ou quentes. Aposte também nos sucos naturais. Algumas dicas: abacaxi com kiwi, erva-doce com beterraba e maçã emanga com laranja. Delícias do MdeMulher.
  6. Só mais alguns detalhes importantes: leve toalha limpa, copos, pratinhos descartáveis, talheres, guardanapos e uma sacolinha para recolher o lixo.

Fonte: MdeMulher

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Encontro com os animais no Spa Med Sorocaba Campus!

Encontro com os animais realizado neste final de semana no Spa Med Sorocaba Campus.

Encontro com os animais no Spa Med Sorocaba Campus!
Catarina Faria Lopes de Nani, amiga da mãe do bebê Cauã Cezali Carquejeiro