sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Saiba como os exercícios físicos podem prevenir doenças do coração

 

Atividade deve ser praticada por, no mínimo, 20 minutos

Imagem ilustrativa / Foto: Getty Images
Por Renata Demôro


Os exercícios físicos estão na lista de orientações dos médicos para prevenir doenças cardiovasculares. Mas será que todas as atividades são iguais? De acordo com o cardiologista Fábio Alves Torres, do Vitta Exercício & Clínica de Saúde, “os melhores exercícios são os aeróbicos. Para que eles protejam o coração contra doenças é preciso atingir uma determinada frequência cardíaca, que deve ser mantida para que haja a proteção da função cardíaca”. A seguir, entenda como a prática de atividades físicas pode evitar doenças cardiovasculares:


  • 1
    Benefícios
    Segundo a cardiologista Isa Bragança, da clínica Cardiomex, a prática de exercícios físicos é capaz de reduzir as taxas de colesterol no sangue, fator que pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. “Com exercícios regulares e uma dieta equilibrada é possível evitar a administração de medicamentos para redução do colesterol”. Fábio completa: “A elevação da frequência cardíaca, provocada pela prática de exercícios, estimula o trabalho cardiovascular. Esta elevação no momento da atividade também provoca a redução do ritmo cardíaco em repouso, com menor esforço. Durante os exercícios há ainda a produção de óxido nítrico, que atua como vasodilatador”.

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  • 2
    Recomendações
    Os exercícios aeróbicos apresentam maior benefício cardiovascular. “Caminhada, corrida, natação, ciclismo, futebol, vôlei, basquete e tênis estão entre os melhores exercícios para a saúde do coração. Para fazer bem a ele, a frequência cardíaca durante as atividades físicas deve atingir 60%, no máximo", diz Fábio, que ainda orienta sobre como calcular a frequência cardíaca: "Pode ser encontrada fazendo a seguinte conta: a sua idade menos o valor 220”. 

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  • 3
    Frequência
    “Para fazer bem ao coração é preciso praticar de 150 a 200 minutos semanais de exercícios aeróbicos. Este tempo pode ser dividido em três a cinco sessões de 30 a 50 minutos cada. Você pode variar as atividades, mas, para que tenham benefício cardiovascular, é preciso praticar exercícios por, no mínimo, 20 minutos. Neste caso, o objetivo da atividade é manter a frequência  cardíaca. Se o seu objetivo inclui a perda de peso, cada sessão de exercícios deve ter 40 minutos ou mais”, explica o cardiologista Fábio Alves Torres.

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  • 4
    Indicações
    Para Fábio Alves Torres, “em geral, as atividades físicas trazem muito mais benefícios para o coração do que riscos, principalmente no caso de exercícios com intensidade leve a moderada. Para evitar complicações cardiovasculares decorrentes do esforço, é preciso manter o check-up em dia. Dos 20 aos 40 anos, é preciso realizar os exames a cada cinco anos. A partir dos 40, as avaliações devem ser anuais ou semestrais, no caso de doenças ou riscos específicos”. A cardiologista Isa Bragança explica que “mesmo pessoas com risco cardíaco precisam praticar exercícios, mas é necessário ter acompanhamento e liberação do médico, que irá recomendar a atividade ou esporte ideal”.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Dieta: nutricionista dá dicas para não sentir fome

Imagem ilustrativa / Foto: Flickr Boo Licious

Mastigar devagar está entre as sugestões

No programa "Perdas & Ganhos", a participante Margot Brandão seguiu uma reeducação alimentar para perder peso. Proposto pela nutricionista Fernanda Ferraz, o programa alimentar tem como prioridade promover a nutrição com qualidade e calorias controladas. Confira dicas da profissional para seguir a dieta sem sentir fome:


  • 1
    Coma devagar
    Os sinais de saciedade são exercidos por substâncias químicas liberadas pelas células do trato digestivo que, como hormônios, são liberados na corrente sanguínea e alcançam os centros cerebrais que regulam fome e saciedade. Quando comemos muito rápido, simplesmente não damos tempo para que isso ocorra ou quando essas substâncias alcançam o cérebro, já estamos com o estômago muito cheio.
  • 2
    Faça refeições em intervalos regulares
    Ao pular uma das refeições, passamos mais de seis horas sem nos alimentar e isso, simplesmente, inviabiliza uma próxima refeição normal. O jejum prolongado faz com que todos os sinais de fome sejam acionados e não sejamos seletivos na escolha da próxima refeição. Além disso, ao comermos a cada três horas, conseguiremos ter saciedade mais precoce e reduzimos tranquilamente o volume das refeições diárias.
  • 3
    Faça refeições balanceadas
    Nada de abolir os carboidratos do jantar, nada de comer somente salada e grelhado no almoço, mas também nada de comer apenas carboidratos. A explicação é simples: a composição balanceada de uma dieta melhora o tempo de digestão e absorção dos alimentos, tornando mais prolongada a saciedade, uma vez que reduz a velocidade do esvaziamento gástrico.
  • 4
    Consuma alimentos integrais e ricos em fibra
    Vale a pena mudar para o pão e o arroz integral, comer saladas e frutas ricas em fibras, adicionar grão de bico ou feijão às saladas e utilizar cereais integrais em lanches. Os alimentos ricos em fibras reduzem o esvaziamento gástrico, aumentando assim o tempo de saciedade após a refeição.
  • 5
    Evite ingerir refeições volumosas
     Estas refeições condicionam nossa saciedade a uma ingestão sempre de grande volume de alimentos, fazendo com que só nos sintamos satisfeitos quando nosso estômago estiver muito cheio. Isso acaba por criar um hábito de comer muito e só sentir saciedade quando ultrapassamos os limites.
  • 6
    Não esqueça da salada!
    Geralmente, quando partimos diretamente para o prato principal, ingerimos um maior volume de alimentos. A saciedade depende também do volume do alimento. As saladas, além de ricas em fibras, aumentam o volume do bolo alimentar e reduzem parte da fome com a qual iniciamos o prato principal. Isso pode ser facilmente exemplificado com as massas. Quando ingerimos um belo prato de saladas, antes do espaguete no domingo, precisamos de muito menos massa para sentirmos satisfeitos.
  • 7
    Saciedade é treino e equilíbrio
    Isso é perceptível nos casos de ansiedade, quando passamos a ter maior necessidade de grandes volumes de alimento. A ansiedade não nos permite saborear o alimento, nem sentir saciedade.É preciso exercitar equilíbrio e calma para fazer nossas escolhas alimentares e para nos sentirmos saciados com elas.
  • 8
    Não troque refeições por doces
    Esse comportamento resulta em desnutrição por falta dos alimentos básicos e fome crônica, uma vez que os doces são rapidamente absorvidos e elevam a produção de insulina, hormônio que reduz o tempo de saciedade, resultando em sensação de fome precoce.
  • 9
    Evite o comportamento 'beliscador'
    Ingerir pequenas porções de alimentos, várias vezes ao dia, compromete a saciedade, já que quem tem esse comportamento nunca tem fome suficiente para comer uma refeição completa, mas também nunca está totalmente sem fome para recusar guloseimas. Esse modelo alimentar gera uma falta de saciedade crônica e a ingestão de grandes volumes de pequenas porções de alimentos, que, quando somadas resultam em muito mais calorias do que se ingere nas refeições convencionais.
  • 10
    Alimente-se após praticar atividades físicas
    É preciso comer carboidratos até 2 horas depois do exercício físico para que ocorra a reposição de glicogênio muscular. Neste momento dê preferência aos carboidratos integrais, pois liberam glicose de forma mais lenta, justamente o que o corpo precisa para a reposição do glicogênio; e proteína de origem animal.

    Sugestões para o pós-treino:
    Sanduíche de pão integral com queijo branco e peito de peru ou ainda arroz integral, carnes magras grelhadas, assadas ou cozidas, legumes, ou ainda, se estiver longe do horário de alguma refeição, coma 1 barra de cereais e 1 iogurte natural desnatado.

    Fonte: http://gnt.globo.com/bem-estar/dicas/Dieta--nutricionista-da-dicas-para-nao-sentir-fome.shtml

quarta-feira, 28 de novembro de 2012


Frango com salada não é sempre a opção mais saudável do cardápio

Bem Estar desta quinta (5) apresentou sugestões de refeições nutritivas.
Nutrólogo Eric Slywitch e pediatra Ana Escobar estiveram no estúdio.

Do G1, em São Paulo
Não existe um alimento que seja mais saudável que o outro, é tudo uma questão de equilíbrio. O filé de frango tem menos calorias que o bovino – 150 contra 269 para os mesmos 100 gramas –, mas é pobre em ferro. O Bem Estar desta quinta-feira (5) trouxe o nutrólogo Eric Slywitch e a pediatra Ana Escobar, consultora do programa, para discutir o assunto.
Eles apresentaram quatro refeições bem nutritivas, que englobam os principais grupos de alimentos: frango com polenta, macarrão à bolonhesa, arroz com peixe (veja a receita da sardinha escabeche no fim do texto) e sanduíche de ovo. Além desses pratos, você confere o de milho com lentilha.
Arte Bem Estar receitas saudáveis (Foto: Arte / G1)
Um levantamento do Ministério da Saúde mostra que a participação das carnes na alimentação dos brasileiros cresceu 50%. Somente os embutidos, como a salsicha, tiveram um aumento de 300% no consumo.
O Bem Estar foi às ruas e viu na prática como as pessoas gostam de carne. O repórter Renato Biazzi visitou uma churrascaria de São Paulo e propôs que os clientes trocassem algumas das carnes por lentilha ou feijão. Mas ninguém resistiu à tentação do churrasco.
Esse crescimento da demanda requer atenção. O ideal é limpar bem as carnes antes do preparo e optar pelas menos gordurosas. É na gordura que mora o grande perigo, pois ela eleva o risco cardíaco e a obesidade. Por isso, o governo recomenda um consumo diário moderado: um bife bovino ou outra proteína grelhada com 64 gramas, ou o tamanho da palma da mão.
Eric Slywitch ressaltou que é um engano pensar que carne não engorda porque se trata de proteína. O indivíduo pode ganhar peso, sim, e desenvolver problemas graves de saúde se abusar. Pelo acúmulo de gordura, podem aumentar as chances de doenças no fígado, câncer de cólon e reto.
Isso só ocorre, porém, se o consumo for exagerado. Na medida certa, a carne é uma boa fonte de nutrientes. Além de rica em ferro, é a principal origem de vitamina B12, presente ainda em leite e ovos. Essas duas substâncias são importantes para a produção de hemácias, células que transportam oxigênio e compostos pelo sangue. A deficiência delas, portanto, pode levar à anemia.
No caso dos vegetarianos, é importante consultar um médico ou nutricionista para garantir a substituição adequada dos alimentos e não ter riscos à saúde. Quanto mais restrita for a alimentação, isto é, se exclui carnes, leite e derivados e/ou ovos, mais importante é essa orientação.
Banana
O Bem Estar desta quinta também falou sobre a banana. A fruta é rica em energia e ajuda no controle de funções importantes do corpo, como pressão arterial e intestino. Além disso, é rica em potássio, nutriente importante para os músculos e batimentos cardíacos. Outra vantagem da fruta é a presença da vitamina B6, essencial à produção de serotonina, substância que contribui para que o cérebro relaxe.
Receita da sardinha escabeche
Ingredientes:
- 25 g de filé de sardinha
- 1/4 de cebola
- 4 fatias de tomate
- 1 colher de sopa de pimentão verde
- 1 colher de sopa de pimentão vermelho
- 1/2 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 colher de sopa de vinagre
- 1/2 dente de alho
- Ramos de salsinha
- Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo:
Fazer uma "cama" em uma travessa com a cebola cortada em rodelas. Colocar as sardinhas e cobri-las com os demais ingredientes, finalizando com o óleo e o vinagre. Levar ao forno (coberto com papel alumínio) e deixar por 20 a 30 minutos.

terça-feira, 27 de novembro de 2012


DIETA DO LEITE: ESTUDOS MOSTRAM A INFLUÊNCIA DO IOGURTE NO EMAGRECIMENTOpor Redação


Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012


                                         
Uma pesquisa realizada por cientistas dos Estados Unidos, comprovou que indivíduos que ingerem cálcio proveniente de leite e laticínios de baixo teor de gordura (lowfat dairy), perdem 69% a mais de gordura corporal, quando submetidos a dietas alimentares de poucas calorias, se comparados àqueles que não consomem laticínios. A descoberta, feita pelo pesquisador Michael Zemel, Ph.D., professor, chefe do departamento e diretor de Nutrição do Instituto de Nutrição da Universidade do Tennessee, em Knoxville, Tennessee (EUA).
Os resultados da “dieta do leite”, como acabou sendo batizada, deixaram os pesquisadores participantes do encontro boquiabertos e trouxeram um novo ânimo, especialmente para a população norte-americana, que soma nada menos que 97 milhões de pessoas acima do peso ideal. A descoberta pela pesquisa de Michael Zemel sobre a influência do cálcio do leite e dos derivados lácteos e o processo de emagrecimento começou em 1988, e quase por acaso, pois Zemel desenvolvia um outro estudo, com homens afro-americanos, analisando a influência de uma dieta rica em laticínios sobre a redução da hipertensão. Os indivíduos, que permaneceram em teste durante um ano, consumiam dois copos de iogurte por dia.
A conclusão, para surpresa do pesquisador, foi que ao final do período de experimentação o grupo não só havia conseguido reduzir a pressão sangüínea, como apresentara perda de peso. A descoberta inusitada suscitou novos testes e pesquisas. Zemel passou a analisar a influência da ingestão de cálcio sobre o processo de perda de peso em testes efetuados com ratos em laboratório. Os animais foram divididos em quatro grupos e submetidos a dietas semelhantes – em termos de gorduras, proteínas e carboidratos – e programas de exercícios físicos, variando-se apenas a quantidade de cálcio oferecida a cada grupo, na forma de leite em pó desnatado. Ao final do experimento, o grupo de animais que havia consumido quantidade extra de cálcio havia perdido 60% a mais de gordura corporal e 25% a mais de peso, comparado aos demais grupos. Os Experimentos com humanos posteriormente, os testes foram realizados com humanos.
Durante seis meses, 34 adultos obesos foram designados aleatoriamente para um dos 2 grupos de dieta. O primeiro grupo, que incluiu iogurte light, consumiu cerca de 1.100 mg de cálcio por dia, com 3 porções do iogurte. O outro grupo de controle consumiu apenas 500 mg de cálcio, diariamente.Todos os indivíduos receberam dietas individualizadas, que forneciam 500 calorias a menos do que consumiam normalmente. O peso do corpo e a pressão sangüínea foram verificados semanalmente e a composição corporal total foi avaliada antes e depois das 24 semanas.

Resultados
Os indivíduos que incluíram o iogurte light como parte da dieta perderam significativamente mais peso quando comparados com outros que simplesmente reduziram as calorias. As pessoas que consumiram iogurtes perderam 22% a mais de peso, 61% a mais de gordura corpórea e 81% a mais de gordura abdominal durante o estudo de 24 semanas. A dieta rica em cálcio ajudou os participantes a perder mais de uma polegada em torno da cintura comparados àqueles que consumiram dieta pobre em cálcio. Após o período de observação, todos os voluntários haviam emagrecido. Porém, aqueles que aderiram à dieta do leite haviam perdido quase 70% a mais de peso se comparados aos que não aderiram à dieta. Foram 8,5 quilos a menos, contra 5 quilos do grupo que não consumiu laticínios.

Explicação
Uma dieta pobre em cálcio parece estimular a produção de enzimas que no tecido adiposo que favorece a entrada de gorduras nas células e diminui a atividade das enzimas que queimam gordura. O resultado são células cheias de gordura. Quando há ausência de cálcio no organismo os níveis do hormônio calcitriol são elevados. Entre outros efeitos, o calcitriol bloqueia os mecanismos que causam a quebra da gordura e, o que é pior, ativa os mecanismos que a geram. Uma dieta rica em laticínios de baixo teor de gordura, em função do aumento da ingestão de cálcio pelo organismo, afeta o modo como as células trabalham, fazendo com que elas armazenem menos gordura e ativem os mecanismos que provocam a eliminação da gordura já acumulada. Quando há uma boa quantidade de cálcio no sangue, as células adiposas (aquelas que acumulam gorduras) recebem uma mensagem para deixar de armazenar gordura e começar a queimá-la.

Recomendação
A ingestão de cálcio através dos laticínios é recomendada, principalmente, para assegurar um desenvolvimento adequado e a manutenção dos tecidos ósseos, sendo imprescindível para o crescimento e a prevenção da osteoporose. Os resultados da pesquisa realizada pelo Dr. Zemel são bastante animadores, porém é preciso mais estudos que comprovem o papel do cálcio


segunda-feira, 26 de novembro de 2012


FERRO É O MINERAL MAIS IMPORTANTE PARA GARANTIR A APARÊNCIA SAUDÁVEL DA PELEpor Redação


Segunda-feira, 26 de Novembro de 2012

Seus amigos e família andam dizendo que sua expressão está pálida, sem vida? Fique de olho na dieta: pode estar faltando ferro no seu prato! É que esse mineral é responsável por promover a aparência saudável da pele.
Nas aulas de biologia, sempre ouvimos falar que o ferro é importante para a produção de hemoglobina. Mas, na prática, o que isso significa? É simples: a hemoglobina é responsável por nada menos que o transporte de oxigênio no corpo - sem ela, os músculos não conseguem trabalhar direito e o corpo todo fica sem energia. O jeito mais prático de descobrir a falta de ferro é pela pele: como a hemoglobina é o pigmento do sangue, ela fica mais pálida e amarelada. "O ferro é um importante constituinte do sangue e, por isso, um excelente tonificante do tecido", completa a cosmetóloga Sheila Gonçalves.
A cosmetóloga explica que a pele é formada pela hipoderme (a camada mais profunda), derme (camada intermediária) e epiderme. Essa, por sua vez, por estar em contato direto com o meio exterior, é a responsável por proteger o organismo dos agentes externos e refletir o aspecto da pele em sua superfície. Quando há carência de ferro no organismo, a epiderme tem sua função de proteção prejudicada, tornando-se mais fina, seca e com falta de elasticidade. “Quando isso ocorre, é porque a célula não consegue absorver o oxigênio e não possui energia para se livrar das toxinas adquiridas no dia-a-dia, que vão se acumulando até um momento em que elas deixam de funcionar. Além disso, os cabelos e unhas demoram mais para crescer e ficam fracos”, diz.
A carência desse mineral é uma das deficiências nutricionais mais frequentes no mundo, e um dos motivos é que a sua absorção é muito pequena. Por isso, é importante saber o que comer e o que combinar para que não falte esse mineral no seu dia-a-dia. A nutricionista esportiva Alessandra Caviglia, da Companhia Athlética, dá as dicas.
As carnes são uma fonte muito boa de ferro: juntamente com fígado, peixes e aves, elas oferecem a melhor absorção no corpo. Porém, isso não significa que os vegetarianos precisem ser anêmicos: existem outras fontes que, além do ferro, oferecem ainda outros nutrientes. Leguminosas como o feijão, a ervilha e a lentilha; cereais integrais enriquecidos com ferro; vegetais de folhas verde-escuras como o brócolis, o couve e o espinafre; e as frutas secas são alternativas para variar entre os pratos diários, sem cair na monotonia e sem depender das carnes.
Esses alimentos garantem a quantidade de ferro na alimentação, mas é preciso ainda saber aproveitá-lo. Para isso, a Vitamina C é essencial: ela aumenta a taxa de absorção, quando combinada na refeição. Laranja, tomate, pimentão verde, morango, brócolis, repolho, limão, acerola, caju, agrião, kiwi, todos são ricos em Vitamina C: escolha o seu e acrescente na salada, no suco, no prato principal...
Por outro lado, tome cuidado com o café e o chá, pois eles fazem o efeito contrário: reduzem a absorção de ferro. Por isso, dê um tempinho a mais após as refeições antes de ingeri-los. O cálcio, presente no leite e nos seus derivados, também não combina com o ferro, portanto as sobremesas lácteas podem não ser uma idéia tão boa. Deixe o iogurte para o meio da tarde ou da manhã.
O ideal é consumir alimentos ricos em ferro todos os dias, desde que não exageradamente, pois o seu excesso pode, segundo alguns estudiosos, ser mais perigoso do que colesterol para o coração. Os homens adultos necessitam de 10 mg/dia, as mulheres adultas requerem 15 mg/dia, gestantes requerem 30 mg/diárias. As necessidades de crianças variam de 6 a 12 mg/dia, conforme as recomendações dietéticas internacionais.http://cristianaarcangeli.com.br/saude-e-nutricao/ferro-e-o-mineral-mais-importante-para-garantir-a-aparencia-saudavel-da-pele/

sexta-feira, 23 de novembro de 2012


DE OLHO NA SAÚDE: PROTEJA-SE DA BAIXA UMIDADE DO ARpor Redação


Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Nos últimos dias, a baixa umidade do ar tem prejudicado a qualidade de vida da população, que sofre com os sintomas do tempo seco.  A irritação nos olhos, nariz e garganta são os principais incômodos.
Para minimizar o problema, é preciso manter cuidados básicos, principalmente entre as crianças e os idosos, considerados os mais afetados pela baixa umidade do ar.  Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde dá algumas recomendações para a população. Vale ficar de olho.
Tome água, sucos naturais e água de coco para hidratar o corpo. Tenha cuidado redobrado na limpeza da casa para evitar o acúmulo da poeira, que causa problemas alérgicos, como a rinite e a asma.
Umidifique os ambientes com toalhas molhadas, bacias de água ou umidificadores. Lubrifique os olhos e narinas com soro fisiológico, principalmente em casos de irritação. Evite banhos quentes para não ressecar a pele e aposte no hidratante!


quinta-feira, 22 de novembro de 2012


22/11/2012 10h37 - Atualizado em 22/11/2012 11h47

Exercícios físicos, cálcio e sol fazem bem aos ossos e evitam a osteoporose


Bem Estar desta quinta-feira (22) explicou como prevenir a doença.
Além do leite, iogurte, queijo, sardinha e brócolis também têm cálcio.

Do G1, em São Paulo
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Ao longo da vida, os ossos passam por um processo de destruição e construção. Antes dos 30 anos, o número de células de construção são maiores do que as destrutivas. O problema aparece após essa idade, quando essa proporção começa a se alternar e os ossos começam a ficar mais fracos e frágeis.
Para combater esses efeitos do envelhecimento e prevenir a osteoporose, os ginecologistas José Bento e Bruno Muzzi e o fisiatra José Maria Santarém deram algumas dicas no Bem Estar desta quinta-feira (22). Para aumentar a “poupança” de massa óssea, as recomendações principais são aumentar a ingestão de cálcio, praticar atividade física e tomar sol sem exageros, para obter vitamina D.
Arte Bem Estar Vitamina D (Foto: Arte/G1)
Segundo uma pesquisa recente feita pela Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO), 60% das pessoas acredita que tomar apenas um copo de leite já é suficiente para evitar a doença. Porém, a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), é de que a pessoa consuma no mínimo de 1.000 a 1.200 mg de cálcio por dia.
Em uma enquete feita no site do Bem Estar, 7% dos internautas respondeu que toma três copos de leite por dia. A maioria toma apenas um, dois ou não tomam a bebida - nesse caso, elas devem recorrer a outras fontes de cálcio, como queijo branco, ricota ou iogurte. Veja o resultado da votação no fim da página.
Essa indicação é ainda mais essencial para mulheres que já passaram pela menopausa, período em que a falta de estrogênio acelera a destruição do tecido interno do osso.
Estudos mostram que uma em cada três mulheres terá osteopenia depois dos 50 anos, um problema que aparece antes da osteoporose, que diminui a densidade óssea. Nesse período, no entanto, ainda é possível reverter ou estabilizar a situação com a ingestão de cálcio, vitamina D e exercícios. Porém, se não tratada, a osteopenia pode virar osteoporose.
A osteoporose não causa dor e não tem sintoma e, geralmente, a descoberta vem só após uma fratura, quando a doença já está em estágio avançado. Por isso, é importante realizar exames para diagnosticar a doença antes que ela cause problemas.
A densitometria óssea mede a densidade do osso e deve ser feita a partir dos 45 anos nas mulheres e a partir dos 65 anos nos homens. Caso seja detectada a osteoporose, ela pode estar ainda no estágio inicial, o que facilita na recuperação e no tratamento. O médico pode indicar medicamentos, suplementos de vitamina D ou até mesmo a reposição hormonal, no caso das mulheres.
A atividade física sempre ajuda, principalmente aquelas que comprimem os ossos, ajudando no aumento da massa óssea. O fisiatra José Maria Santarém explicou que até mesmo ficar em pé já ajuda na prevenção e também no tratamento da osteoporose. A musculação é a melhor opção mesmo para pessoas debilitadas porque a exigência muscular ajuda na remodelagem óssea e o risco de lesões é menor.
Uma opção de exercício para realizar em casa e fortalecer a musculatura é agachar segurando e deslizando um cabo de vassoura na perna, como mostrou o fisiatra. Na hora de descer, a pessoa deve expirar e espirar quando levantar. A dica do médico é fazer quantas vezes conseguir, até cansar. Ficar na ponta dos pés com o apoio do cabo de vassoura também traz benefícios não só para a musculatura, mas também para a circulação.
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/11/exercicios-fisicos-calcio-e-sol-fazem-bem-aos-ossos-e-evitam-osteoporose.html